terça-feira, 6 de junho de 2017

"Corra!", de Jordan Peele


Corra! (Get Out - 2017)

Ao perceber o carro de polícia se aproximando na cena do crime, o rapaz negro, apesar de estar consciente de sua inocência, levanta os braços aguardando a injustiça do sistema. O ato de viver em alerta constante, o medo de se permitir confiar em alguém, Jordan Peele, roteirista/diretor em sua obra de estreia, impressiona pela segurança com que trabalha os elementos tradicionais do gênero terror, focando nessas questões sem ser panfletário, equilibrando com desenvoltura na equação os alívios cômicos.

O protagonista, Chris (Daniel Kaluuya), encontrou uma maneira de expressar sua angústia social pela fotografia. Em um de seus trabalhos, na parede de sua casa, um cão branco desafia o dono forçando a coleira atacando algo fora da imagem. Símbolo visual que me remeteu ao poderoso filme de Samuel Fuller: “Cão Branco”, outro imprescindível trabalho crítico sobre o tema. Logo no início, o carro da figura mascarada que sequestra um negro em sua caminhada noturna é branco. A utilização da cor pode soar tola em um primeiro momento, um artifício nada sutil, mas reconhecendo a origem de Peele na comédia, estes detalhes ganham peso satírico, enfatizando exatamente o simplista discurso que, por muitas vezes, reduz o preconceito racial a uma peça no tabuleiro do joguete político. O pai (Bradley Whitford) da namorada, uma jovem branca (Allison Williams), na tentativa de passar uma imagem acolhedora, defende o voto em Obama. A forma como ele insere a informação na conversa é constrangedora, nada orgânica. A mãe (Catherine Keener), psicóloga, hipnoterapeuta, está sempre com um leve sorriso no rosto, invariavelmente demonstrando estar ofendida com as brincadeiras fora de tom do marido e de seu filho adolescente (Caleb Landry Jones), provocador e emocionalmente instável. A família é a caricatura perfeita do liberalismo norte-americano hipócrita que favoreceu nos bastidores a absurda ascensão de Trump.

Revelar mais sobre a trama seria um desserviço à experiência, os eventos que se sucedem à chegada do casal na residência luxuosa da família Armitage rapidamente ganham contornos cada vez mais incômodos, arrepiantes, especialmente após a chegada de um grupo de visitantes da alta sociedade. "Corra!" é, desde já, um dos melhores filmes do ano.

MIS | Destaques da programação

"Mulher-Maravilha", de Patty Jenkins



Mulher-Maravilha (Wonder Woman - 2017)

O maior acerto do filme é investir no carisma natural de Gal Gadot, a câmera se apaixona por seu rosto, uma entrega que remete à abordagem despida de cinismo de Christopher Reeve, no clássico “Superman”, de Richard Donner. Ao invés de apostar na fórmula divertida, caótica e, em longo prazo, irrelevante, dos filmes recentes da Marvel, o roteiro de Allan Heinberg, Zack Snyder e Jason Fuchs, resgata a estrutura narrativa simples da época em que as adaptações de quadrinhos não precisavam ser interligadas. Esta opção faz parecer que estamos vendo algo antiquado, uma pérola perdida da década de noventa, o que combina com o material, a história de origem de uma personagem fundamental na cultura popular, ambientada durante a Primeira Guerra Mundial, a esperança que nasce do conflito sujo de trincheiras.

A diretora Patty Jenkins opta quase sempre por planos fechados, especialmente após o primeiro ato, reflexo de sua inexperiência no gênero, algo que, aliado ao recurso do 3D escurecendo a fotografia, prejudica alguns momentos que poderiam ser grandiosos. O início mostrando a vida das amazonas é impecável, Robin Wright, vivendo a tia guerreira que incentiva o treino da sobrinha, consegue estabelecer em pouco tempo a personalidade forte e amável da personagem, algo que os vilões, com muito mais tempo de cena, são incapazes de fazer. Sem estragar a experiência, vale ressaltar que o tratamento dado aos antagonistas é patético, o que diminui consideravelmente o impacto desejado pela trama em seu desfecho. Teria sido melhor se tivessem abdicado do terceiro ato e focado na participação da Mulher-Maravilha nos campos de batalha, ao invés de repetirem o molde já muito desgastado de chefe de final de fase de videogame. Aliás, a computação gráfica é tão presente que, de fato, nos minutos finais eu senti como se estivesse segurando um joystick.

Eu pagaria ingresso para ver duas horas da heroína lutando na Terra de Ninguém, cenário para a melhor sequência do filme, o momento em que a realidade do conflito e a simbologia mítica se unem, fortalecidos pelo contexto social do machismo estúpido que permeia a indústria. Mas é importante salientar que o roteiro não cai na armadilha de simplificar o discurso e adotar os clichês feministas, Steve Trevor (Chris Pine) não é, por revide, tratado como interesse romântico, ou alívio cômico. A sua influência é tremenda na evolução de Diana, que descobre um mundo novo e precisa se adaptar rapidamente, enquanto toma para si a responsabilidade de desfazer os males que contaminaram as mentes humanas.

O filme perde muito vigor quando tenta desenvolver a medíocre ameaça, mas se torna irresistivelmente encantador quando se foca no relacionamento que se estabelece entre Diana, Steve e seus companheiros. O texto esperto e ousado discute com humor a representatividade da mulher na sociedade, revelando que, infelizmente, apesar de importantes conquistas, pouco se modificou desde aquela época. É vergonhoso pensar que apenas nos últimos anos a indústria de cinema começou a investir alto em projetos de aventura protagonizados por mulheres. E, pior ainda, dá desgosto perceber que existem feministas tacanhas que reclamam da axila raspada da heroína. O problema está sempre nos extremos, enquanto a lucidez não dominar o discurso, a evolução será lenta e mínima.

“Mulher-Maravilha” é o melhor projeto cinematográfico neste universo compartilhado da DC, pleno em coração, sintonizado com o espírito original dos quadrinhos e defendido por uma atriz com mais carisma na sobrancelha esquerda, que todo o elenco Marvel e DC reunido. 

RAINER WERNER FASSBINDER - 10 FILMES ESSENCIAIS



O importante diretor alemão é o tema dos 10 filmes essenciais de hoje.

Doutor de um estilo inconfundível, mas que ao mesmo tempo faz um mix de vários estilos como barroco e expressionista, Fassbinder retratava comumente em seus filmes, a Alemanha (história, sociedade, cultura e geografia) e o cinema gay (ambiente e a vida homossexual em quase todos os seus filmes ). O diretor também sofreu forte influência de Douglas Sirk, que era o "papa" do melodrama.

Fassbinder morreu de uma overdose de cocaína e barbitúricos aos trinta e sete anos. Sua morte é considerada um marco do fim do Novo Cinema Alemão.

Abaixo, uma missão meio impossível. Listar 10 filmes essenciais. Quem acompanha o nosso site, sabe que a lista não reflete minha opinião. É uma média feita com os 10 melhores filmes constantes nos principais sites de cinema do mundo e a opinião de leitores do mundo todo.

Porém, quando o diretor tem mais de 10 filmes essências como Fassbinder, todas as listas encontradas sofrem variações de quase 40%. Ou seja, 6 filmes sempre saem, e os outros 4, variam. Porém, destes 4, 8 filmes são as opções mais votadas. Portanto, seria justo dizer que o diretor tem 14 filmes essenciais (contando todas as produções para TV).

Mas como nosso post leva em conta os 10 +, fizemos opção dos melhores ranqueados entre eles. Lembrando que sempre serão incluídos o primeiro e o último filme do diretor, afim de proporcionar uma visão melhor da linha de excelência seguida pelo diretor.

Confiram o resultado abaixo.

Querelle é um marinheiro que se envolve com homens e mulheres no porto de Brest (França). Em busca de prazer, fomenta desejos, envereda pela marginalidade e, finalmente, pela criminalidade, tornando-se ladrão e serial killer. Tenta, dessa forma, através da violência, sentir e dar prazer. Até que seus próprios desejos o obrigam a tentar abandonar sua passividade e demonstrar suas emoções.
Exibido no Festival de Veneza de 1982, o filme era o preferido do presidente do júri, Marcel Carné, mas o Leão de Ouro ficou com O Estado das Coisas (1982), de Wim Wenders. Carné declarou publicamente seu desagrado e lamentou não ter conseguido convencer os demais jurados de que o filme de Fassbinder deveria ser premiado.


Munique, 1955. O jornalista esportivo Robert Krohn (Hilmar Thate) conhece Veronika Voss (Rosel Zech), uma antiga estrela da UFA - grande estúdio cinematográfico do país - que supostamente teve um caso com Joseph Goebbels. Intrigado com a decadência de Veronika, agora viciada em morfina, ele começa investigar seu passado e chega à inescrupulosa Dra. Katz (Annemarie Düringer).
Última parte da Trilogia BRD de Rainer Werner Fassbinder, que retrata a Alemanha do pós-guerra. Os filmes anteriores são O Casamento de Maria Braun (1979) e Lola (1981). Baseado na trágica biografia da estrela alemã Sybille Schmitz.

Anos 50. Von Bohm (Armin Mueller-Stahl) é um homem sério e moralista, chefe do setor de Edificações de uma pequena cidade alemã. Dele depende a liberação para que o cínico magnata Schukert (Mario Adorf) inicie uma obra que beneficiará os empresários locais. Von Bohm tenta barrar os contatos ilícios de Schukert, até descobrir que a namorada dele é a cantora de cabaré Lola (Barbara Sukowa). Percebendo o interesse de Von Bohm, Suckert passa a usar a mulher para conseguir a aprovação de seu projeto.
O diretor Rainer Werner Fassbinder partiu da mesma premissa de O Anjo Azul (1930), mas tornou-o um filme político. Seu objetivo era criticar o milagre econômico alemão ocorrido durante o governo do chanceler Konrad Adenauer.


São os anos da República de Weimar, anos de depressão econômica que conduziram à ascensão do nazismo. No centro desta narrativa está a personagem de Franz Biberkopf, um inocente que acredita na bondade humana, logo um inocente explorável (e que acaba por integrar dentro de si a lógica da opressão). Depois de passar quatro anos na prisão por ter matado a mulher a pancadas, Franz é liberto. Determinado a levar uma vida decente, volta para Berlim. Entretanto, as coisas não acontecem da maneira que imaginara...
Um verdadeiro monumento da arte cinematográfica do século XX, Berlin Alexanderplatz é a obra máxima de Fassbinder e uma fascinante reflexão sobre a Alemanha no período entre-guerras.

Em meio a Segunda Guerra Mundial, Maria (Hanna Schygulla) se casa com Hermann Braun (Klaus Löwitsch), um soldado alemão. Ele desaparece em combate, mas Maria se recusa a acreditar em sua morte. Trabalhando num cabaré, ela se envolve com um soldado norte-americano, até que o marido reaparece e o amante é acidentalmente assassinado. Hermann assume a culpa e vai para a cadeia, enquanto Maria vai trabalhar com Karl Oswald (Ivan Desny) e logo se torna uma poderosa mulher de negócios.


História de romance e exploração entre dois jovens homossexuais: o primeiro, um pobre rapaz que viaja com uma trupe de circo e acaba de ganhar na loteria, tornando-se rico; e o outro, filho de um empresário à beira da falência, interessado em seu dinheiro. Fassbinder trata a relação homo afetiva de forma natural, como qualquer outra forma de relacionamento, e desenvolve temas como a dominação, a exploração e a expropriação através de um melodrama sabiamente controlado e lúcido, no qual Freud concilia-se com Marx.
Assumindo uma estrutura que muito lembra um filme de Douglas Sirk estranhado ao estilo brechtiano, O Direito do Mais Forte é das obras mais políticas e um das mais bem-sucedidas do diretor alemão. 


Emmi (Brigitte Mira), uma sexagenária viúva alemã, se apaixona por um imigrante muçulmano e negro, 20 anos mais jovem, chamado Ali (El Hedi ben Salem). Eles decidem ficar juntos e enfrentam as opiniões contrárias de família, amigos e vizinhos. Ultrapassando o preconceito e as diferenças culturais e sociais, os dois vão vencendo as dificuldades, mas logo começam a questionar os próprios sentimentos e a validade da relação.
Refilmagem de Tudo Que o Céu Permite (1955), dirigido por Douglas Sirk, grande influência de Rainer Werner Fassbinder.


Em algum lugar do futuro há um projeto de computador chamado Simulacron que é capaz de simular uma realidade. Um dia, de repente o líder do projeto, Henry Vollmer morre. Seu sucessor, Dr Fred Stiller experimenta um estranho fenômeno. Um amigo, Guenther Lause desaparece no meio de uma conversa e uma semana depois ninguém ouviu falar sobre ele. Simulacron pode ter alguma a ver com tudo isso?
Baseado num romance de Daniel F. Galouye, WELT AM DRAHT é um filme de ficção científica em duas partes, realizado para a televisão.



Petra Von Kant (Margit Carstensen) é uma estilista de prestígio autossuficiente, muito inteligente e arrogante. Sua principal companhia é Marlene (Irm Hermann), sua secretária, assistente e empregada, que ela não cansa de explorar. Petra se apaixona perdidamente pela oportunista Karin (Hanna Schygulla) e o conturbado relacionamento abala profundamente suas emoções.
Filmado em apenas dez dias.O filme é a adaptação da peça homônima do diretor Rainer Werner Fassbinder.


Pego pela polícia por um assalto, Franz se recusa a participar do sindicato do crime organizado, convidado pelo gangster Bruno. Os dois se tornam amigos e decidem trabalhar por conta própria e juntos planejam um assalto. Mas o trio, incluindo a namorada de Franz, Joanna, começa a se desfazer pelo caminho e o grande plano pode se tornar uma cilada.
Fassbinder dedica O Amor é Mais Frio Que a Morte para Claude Chabrol, Eric Rhomer e Jean-Marie Straub, tendo ainda um agradecimento especial para este último, por sua contribuição nas filmagens de uma cena do filme específica.

terça-feira, 30 de maio de 2017

6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental Entrada


"Desejos Proibidos", de Max Ophüls



Desejos Proibidos (The Earrings of Madame de... - 1953)

Existem filmes que considero medicinais, poucos, conto nos dedos de uma mão, obras tão simples e perfeitas que resgatam minha esperança na humanidade. “Desejos Proibidos” entra nesta seleta lista. Um olhar superficial pode enxergar apenas um melodrama sobre uma dama (Danielle Darrieux) da alta sociedade parisiense dividida entre o amor de dois homens, o marido militar (Charles Boyer) e um simpático diplomata italiano (Vittorio De Sica), qualquer telenovela entrega este material. É muito mais que isto.

Quando a conhecemos, ela está em seu quarto explorando a dimensão de sua riqueza material, joias, vestidos, tudo o que o dinheiro pode comprar. Em uma visita rápida à igreja, cena inteligentemente tratada como alívio cômico, ela ora despretensiosamente pedindo que seu marido a presenteie com algo bonito. Louise é frívola, uma caricatura decadente do vazio existencial aristocrático, que preza mais por sobrenomes nobres. Nunca ficamos sabendo o dela, crítica já exposta no título original, o interesse está no indivíduo, a análise da pobreza inerente a todos que se se julgam superiores em sua ganância exagerada. E o roteiro genialmente utiliza um par de brincos como o elemento que nos conduz na história, o presente inicialmente dispensável, que gradativamente recebe valor agregado de relevância emocional.

O marido outrora havia oferecido a joia como demonstração de exibicionismo social, algo que se mantém hoje em dia nos rituais caríssimos que muitos abraçam pensando em satisfazer outrem, o amor reduzido a moeda de troca, que ela, em situação de necessidade, decide vender. A peça acaba nas mãos do diplomata, que genuinamente se apaixona pela mulher e, desconhecendo a origem da joia, devolve-a para a dona original, o presente não mais simbolizando superficialidade, mas, sim, a necessidade de expressar o sentimento proibido. O amor que ganha força a cada volta no salão de dança, em tempos distintos, o toque suave das mãos agindo como erótico desabrochar, a naturalidade lutando para vencer a crosta de farsa acumulada, a valsa entorpecente dos namorados admirada ao longe pelos olhos vigilantes daquele que se considera proprietário.

No terceiro ato, como forma de hipocritamente preservar sua honra, o general, tola mente tacanha movida pela violência, pede por um duelo. O embaixador, que preza pela lucidez e valoriza a paz, aceita o desafio consciente de que irá se sacrificar por um sentimento válido. Louise, já radicalmente transformada, retorna à igreja e agora ora dedicadamente pela vida do homem que ama. É uma pena que o aprendizado sempre venha com a dor.

LARRY COHEN - 10 FILMES ESSENCIAIS



Larry é um cara bem conhecido no cinema de terror"B" (baixo orçamento), mas com críticas sociais latentes em suas produções. Mas ele começou a carreira no blaxploitation, realizando importantes filmes, principalmente com Fred Williamson. 

Como roteirista, tem longa carreira, que começa lá nos anos 60. Fez de tudo. De " A Volta dos Sete Homens - 1966" a "Por um fio - 2002", passando pela famosa trilogia Maniac Cop. 
Ele também produzia seus filmes. 

Abaixo, seus 10 essenciais, lembrando que sempre serão colocados o primeiro e o último filme afim de estabelecer uma linha de qualidade entre os filmes realizados no começo, meio e fim de carreira.

Boa diversão:


Um ladrão invade a casa de um casal rico de Beverly Hills. Logo descobre, porém, que o casal não é tão rico quanto ele pensou que eram e não são tão bem casados como eles aparentam. 
Larry começou a carreira num estilo totalmente diferente do que o consagrou. 


Fred “The Hammer” Williamson é Tommy Gibbs, um jovem revoltado criado no gueto, que pouco a pouco vai tomando conta dos negócios do submundo do Harlem (Nova York). Cada dia mais ambicioso e agressivo, ele inevitavelmente se envolve com a Máfia e o resultado é uma sangrenta guerra de gangues.


No submundo do Harlem, ex-chefão do crime que perdeu o poder aproveita uma guerra entre gangues para manipular informações e colocar as quadrilhas uma contra a outra. Continuação de "O Chefão de Nova York" (1973).


Um bebê, que sofreu mutações durante a gestação, nasce deformado e com um apetite voraz e assassino. Ele escapa do hospital e transforma uma pequena cidade americana em um inferno. A policia local inicia uma verdadeira caçada ao pequeno monstro, que assustado vai trilhando um rastro de sangue e violência.


Um homem atira em pessoas de cima de uma torre de água. Um pai mata a própria família. Um policial dispara sua arma contra a multidão em plena procissão de Saint Patrick. O que tudo isso poderia ter em comum? A frase repetida pelos criminosos quando são pegos: "Foi Deus quem mandou".


Pela primeira vez um filme mostra os segredos da vida do homem forte do FBI, J. Edgar Hoover. Ele era considerado o 'próprio' FBI. Lutou contra gangsteres famosos como Dillinger e a máfia de Chicago. Filmado nos locais onde tudo aconteceu.


A polícia de Nova York fica desnorteada com a chuva de corpos e as notícias sobre uma criatura alada que está se alimentando dos habitantes da cidade. A criatura realmente existe, e o único que sabe onde está seu ninho é um criminoso que quer trocar a localização do seu "ninho" pela liberdade.


Mineradores encontram uma substância gosmenta de cheiro e sabor muito atrativos. A substância é servida como sobremesa pelo mundo todo e vira uma coqueluche. Um espião industrial tenta roubar a fórmula doce, mas descobre algo assustador: o material do qual é feito hospeda um parasita que devora as entranhas de quem o come.


Um antropólogo leva seu filho adolescente de volta à sua cidade natal em busca de uma vida mais calma. Mas os dois acabam descobrindo que Salem's Lot se tornou um reduto de ameaçadores vampiros. Continuação da minissérie "Salem's Lot", sem relação com a obra de Stephen King.

Leia mais sobre o filme aqui: Salem


Jake Travor (Jim Brown), boxeador famoso, retornou a sua cidade natal e encontrou os lugares de sua infância completamente destruídos pela violência, e seu pai no hospital depois de levar um tiro de uma gangue local. A primeira proposta de Jake é um acordo entre as gangues e a comunidade, a ideia de paz é chacinada com mais mortes.