terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Mostra sobre o Cinecittà, famoso complexo de estúdios, está em cartaz em São Paulo

Está em cartaz até o dia 31.12 na Caixa Econômica Cultural de Brasília a mostra Cinecittà – A Fábrica de Sonhos que traz 20 filmes que representam um recorte histórico das obras realizadas no famoso complexo de estúdios Cinecittà, localizado na periferia de Roma, entre os anos 1940 e 1980.

Clássicos como Era uma vez no Oeste, Belíssima, 1900, A doce vida e Roma, cidade aberta, entre outras obras-primas do cinema italiano, serão apresentados em versões digitais remasterizadas, o que proporciona ao espectador contemporâneo uma experiência estética inédita.

Sob curadoria de Amanda Bonam, a seleção das obras tem como objetivo evidenciar o cinema de estúdio e as escolhas de cada cineasta para as questões de cenário, iluminação e efeitos especiais nos mega estúdios italianos. Inaugurado pelo ditador Benito Mussolini em 1937 para difundir os ideais fascistas, Cinecittà tornou-se um pólo internacional, berço de milhares de filmes fundamentais para a história do cinema italiano e mundial.

Além de exibir os filmes, a mostra promove três debates, sempre às quinta-feiras, com diversos temas e convidados. No dia 1º de dezembro, o professor e pesquisador Hernani Heffner e a professora e especialista em cinema italiano Mariarosaria Fabris conversam sobre A fábrica de sonhos e o contexto italiano do pós-guerra; na quinta-feira seguinte (8), o tema Cinecittà, Ennio Morricone e a sonoridade italiana será debatido pelo pesquisador e diretor Simplício Neto e pelo músico Cadu Pereira, pianista de filme mudo e graduado em cinema; e no dia 15, o produtor Cavi Borges, fundador da Cavídeo, locadora especializada em filmes raros e de arte, debate A plástica e a direção de arte no cinema da Cinecittà com a cenógrafa Ana Paula Cardoso.

Histórico:
Invadida pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade do cinema foi completamente destruída. A Fábrica de Sonhos ou a Hollywood do Tévere – em alusão ao Rio Tibre, um dos mais importantes da Itália – foi reconstruída no pós-guerra e viveu seus dias de glória nos anos 1950 e1960. A capital italiana transformou-se na meca do cinema mundial e atraiu os principais diretores italianos e grandes produções estrangeiras.

Até a década de 1970, foram rodados mais de 3 mil filmes em Cinecittà. Devido à falta de investimentos, no início dos anos 1980, a Cinecittà Studios sobreviveu com a produção de programas televisivos. Em 1990, foi criada a estatal Cinecittà International, para gerir e manter os studios, projeto que durou apenas seis anos. Em 1998, foi privatizada.

Atualmente, Cinecittà ainda é um centro da indústria cinematográfica e televisiva europeias. Realiza grandes eventos e é aberta à visitação pública, com diversas atrações ligadas ao cinema, além de exposições com fotografias, cenários, figurinos e objetos de cena das grandes produções realizadas ao longo de quatro décadas de glória.

Caixa Econômica Cultural
Data: até 31.12
Endereço:  Av. Alm. Barroso, 25 – Centro
Para informações sobre a programação e outros detalhes, acesse aqui.

A Tocha de Zen, de King Hu



A Tocha de Zen (Xia Nü - 1971)

Esse clássico influente do diretor King Hu, adaptado da antologia “Strange Stories from a Chinese Studio”, fez história ao ser premiado em Cannes, um selo de prestígio que alçou o subgênero Wuxia ao patamar que merecia. A longa duração, mais de três horas, prejudica o ritmo no segundo ato e pode afastar aqueles que não estão acostumados com essa caligrafia mais delicada, ou aqueles que equivocadamente esperam encontrar um genérico filme de ação. 

O olhar é contemplativo, as batalhas são pensadas em escala mitológica, a simbologia supera a beleza da coreografia, o protagonista apaixonado pela arte da pintura enfrenta as críticas da mãe que ambiciona para ele uma vida profissionalmente estável e romanticamente comum, cumprindo todos os rituais sociais; a busca espiritual representada pelos monges budistas é ativada por um primitivo desejo humano, o interesse romântico do rapaz pela enigmática jovem interpretada por Feng Hsu, uma relação conturbada que revela contornos antagônicos ao projeto conformista da mãe, poeticamente ressaltando que não há lógica alguma na existência que objetiva a negação das funções intelectualmente estimulantes como recompensa para uma vida de trabalho, em suma, o filme também pode ser interpretado como uma ode à rejeição da aposentadoria como algo aceitável. A mansão assombrada que afasta o povo temeroso, um recurso útil, acaba se revelando o cenário perfeito para que o protagonista treine estratégias de guerra, o misticismo sendo utilizado como veículo para uma modificação prática de atitude, a jornada que leva um homem inseguro a tomar o controle e aprender a se defender. 

A famosa sequência de luta na floresta de bambus, que inspirou visualmente Ang Lee em “O Tigre e o Dragão”, desafia as leis da gravidade e evidencia a metáfora da reação diante dos obstáculos naturais. Os vilões cortam as árvores com suas espadas para liberar o caminho, a guerreira valorosa se adapta ao terreno, ela utiliza as plantas como extensões de seus braços e pernas, ela toma impulso nelas e surpreende os adversários.


* O filme está sendo lançado em DVD pela distribuidora "Obras Primas do Cinema".

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

“O vendedor de sonhos”, best-seller do escritor Augusto Cury, ganha versão para os cinemas dirigida por Jayme Monjardim



Na última quinta (08.12), entrou em cartaz nos cinemas nacionais o longa O vendedor de Sonhos, baseado no livro homônimo do psicoterapeuta e escritor Augusto Cury, que já foi traduzido para mais de 60 idiomas. Com direção de Jayme Monjardim, a versão para as telas tem no elenco Dan Stulbach e o ator uruguaio César Troncoso, além de Thiago Mendonça, Kaik Pereira, Leonardo Medeiros e Mallu Valle.

O enredo é sobre Júlio César, um psicólogo decepcionado com a vida em geral, que tenta suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o “Mestre”. Uma amizade peculiar surge entre os dois e, logo, a dupla passa a tentar salvar pessoas ao apresentar um novo caminho para se viver.

Augusto Cury acompanhou todas as etapas do roteiro, “porque uma coisa é você ter o leitor como diretor de cinema – quando ele lê o livro, ele próprio constrói seus personagens, suas cenas e seus ambientes, outra coisa é transportá-lo para as telas sem perder força”. O escritor também esteve presente nas filmagens. “É um acontecimento único ver os atores e as dezenas de pessoas da equipe técnica reunidos no set para que essa ficção que está em letras ganhe relevância em imagens; para que, na tela, os personagens com tanta densidade emocional, com transtornos psiquiátricos, com problemas universais, sejam vividos de maneira que o espectador não apenas tenha entretenimento, mas também possa adquirir ferramentas importantíssimas para se tornar autor da sua própria história, pelo menos um pouco”, diz o escritor.

Receber o convite para dirigir a adaptação de O Vendedor de Sonhos foi um momento muito especial para o diretor Jayme Monjardim. “Quando o Tubaldini me ligou, a gente ainda não se conhecia. Ele me disse que tinha um projeto que era a minha cara, a adaptação de um livro muito importante. Quando ele contou que era do Augusto Cury, eu respondi que sempre quis conhecer o trabalho do Augusto mais a fundo. Foi amor à primeira vista, foi uma sensação de ter um projeto incrível nas mãos”, conta Monjardim

“Transformers: O Último Cavaleiro” ganha o primeiro trailer


Os fãs de “Transformers” já podem comemorar! O quinto filme da franquia, “Transformers: O Último Cavaleiro”, acaba de ganhar o seu primeiro trailer, divulgado mundialmente pela Paramount.
Com estreia prevista para 20 de julho de 2017, a nova trama é dirigida mais uma vez por Michael Bay e mostra o retorno de Cade Yeager (Mark Wahlberg), Optimus Prime e cia. No elenco Anthony Hopkins, Isabela Moner, Laura Haddock, Tyrese Gibson e Josh Duhamel, que volta para a saga como o Coronel William Lennox.

Planeta dos Macacos: A Guerra ganha primeiro trailer; assista


Na trama, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de humanos, comandado por um capitão cruel. Após perdas inimagináveis dos macacos, César luta com seus instintos mais cruéis e começa uma busca própria para vingar sua espécie.
Planeta dos Macacos: A Guerra lançamento previsto para 13 de julho de 2017.

KIRK DOUGLAS - 20 FILMES ESSENCIAIS PARA ENTENDER SEU LEGADO

Issur Danielovitch Demsky é um nome pouco conhecido. Mas não há quem não reconheça Kirk Douglas.

O cara trabalhou com os maiores diretores da era de ouro do cinema. É pai do famosíssimo Michael Douglas. Atuou em quase 90 filmes. Caiu de helicóptero, casou duas vezes, sofreu derrame, viu um filho morrer de overdose, fez 100 anos e ainda foi Spartacus.

Kirk Douglas fez por merecer as inúmeras matérias e reverências em sites e blogs. Adotei o método da lista, que servirá de guia para quem quiser curtir excelentes filmes deste centenário e lendário ator.
E vamos a eles:


Paris Pitman Jr. é um criminoso cheio de charme, o único de seu bando a sobreviver à caçada implacável ordenada por Lomax, um milionário homem de negócios de quem roubou 500 mil dólares. Pouco tempo depois de esconder o dinheiro, ele acaba sendo reconhecido por Lomax em um bordel e vai para a prisão. Seu plano de subornar o carcereiro para fugir vai por água abaixo quando ele é morto por um dos outros prisioneiros.


Durante a guerra fria, Jordan Lyman (Fredric March), o presidente dos Estados Unidos não é bem visto pelos americanos e assina um tratado aprovando o desarmamento nuclear. A população mais uma vez fica contra ele. Um golpe político está sendo preparado por um general e um coronel aliado leva a informação ao Governo. Dá-se início a uma rede de intrigas.


Antes de viajar, o escritor Adrian Messenger pede a um amigo, Anthony Gethryn, que verifique uma lista de nomes. Quando o avião em que viajava explode no ar, a tarefa se torna mais séria. Enquanto Gethryn verifica a lista, descobre que as pessoas nela arroladas morreram em circunstâncias misteriosas. Com o auxílio de um sobrevivente do acidente aéreo, Gethryn tenta descobrir quem estaria por trás de todas as mortes.


Quando quatro soldados americanos são acusados do estupro de uma garota alemã, o Major Steve Garret é designado a defender seus homens. Logo fica claro que as pessoas da vila onde a garota mora e até sua família estão mais interessados em vingança do que em justiça.


Spartacus é um homem que nasceu escravo, labuta para o Império Romano enquanto sonha com o fim da escravidão. Ele, por sua vez, não tem muito com o que sonhar, pois foi condenado à morte por morder um guarda em uma mina na Líbia. Mas seu destino foi mudado por Batiatus, um lanista (negociante e treinador de gladiadores), que o comprou para ser treinado nas artes de combate e se tornar um gladiador. Até que um dia, dois poderosos patrícios chegam de Roma, um com a esposa e o outro com a noiva.


O revolucionário Dick Dudgeon é preso por engano, pelos ingleses, no lugar do reverendo de seu povoado durante a Guerra da Independência Americana. Incapaz de falar a verdade por conta de princípios morais, ele continua recebendo a pena no lugar do reverendo. Sua atitude faz com que a esposa do reverendo, Judith, creia que esse é um ato de amor, apaixonando-se perdidamente por Dick. Em meio ao cenário de guerra, os personagens vão descobrir quem eles realmente são.


A mulher índia do xerife Matt Morgan (Kirk Douglas) é violentada e morta por uma dupla de cowboys. As investigações de Morgan o levam a Gun Hill, cidade dominada pelo seu amigo e rico fazendeiro Craig Belden (Anthony Quinn). Ele acaba descobrindo que um dos homens que procura é o jovem e mimado filho de Belden. Determinado a levá-lo para julgamento, Morgan entra em choque com seu amigo, que por sua vez tenta impedi-lo a todo custo.


Einar (Kirk Douglas) e Eric (Tony Curtis) são meio-irmãos. Um é o príncipe e herdeiro do trono inglês; o outro é o filho bastardo da de um selvagem viking. Até que em um ataque surpresa, os Vikings sequestram a princesa Morgana (Janet Leigh), forçando Einar e Eric a uma batalha para tentar recuperá-la, mas por motivos diferentes...


Em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, Mireau (George Meeker), um general francês, ordena um ataque suicida e como nem todos os seus soldados puderam se lançar ao ataque ele exige que sua artilharia ataque as próprias trincheiras.


Earp (burt Lancaster) é um homem da lei que chega a Tombstone para limpar a cidade dos bandidos. Holliday (Kirk Douglas) é um dentista de formação, famoso pela rapidez no gatilho e pelo gosto pelos jogos de carta. Eles se unem para enfrentar Ike Clanton (Lyle Bettger) e seu perverso bando.


O filme retrata fielmente a vida do mestre da pintura: Van Gogh. Dividido entre a genialidade e sua mente atormentada, Van Gogh é interpretado pelo aclamado ator Kirk Douglas. Sede de Viver captura todo o êxtase da arte e a agonia da vida de um gênio da pintura.


Em 1868 relatos alarmantes sobre um monstro marinho, que destruía navios facilmente, gera um temor nas companhias de navegação. Em virtude disto vários navios não levantam âncora, pois não há tripulação. Em São Francisco um professor francês, especialista em vida marinha, precisa ir à Shangai e enfrenta o mesmo problema, pois a tripulação do seu navio desertou. Mas ele e seu assistente são convidados pelo governo americano para uma viagem que pretende confirmar ou negar este boatos.


"Hans Muller (Kirk Douglas), um judeu alemão, era um malabarista conhecido antes de ser enviado a um campo de concentração. Ele sobrevive, mas sua esposa e filhos, não. Após a guerra, Muller vai para um acampamento temporário em Israel, pois suas experiências o deixaram perturbado e confuso, mas ele acaba fugindo. Durante sua fuga, ele entra em pânico e acaba atacando um policial e fugindo para Monte Carmelo. Ele encontra um grupo de crianças para quem finge ser um turista americano.


Produtor de Hollywood cresce dos filmes B aos grandes estúdios com jeito autoritário, passando por cima de quem fica no seu caminho. Seu egocentrismo e egoísmo são vistos através dos olhos de diversas pessoas, como um roteirista, uma atriz e um diretor.


A história se passa quase que inteiramente dentro da 21a Delegacia, onde o espectador acompanha a rotina de um grupo de policiais e fica conhecendo os bandidos levados para lá. O personagem principal é o detetive Jim MacLeod, que vê a chance de prender um suspeito que persegue há um ano. Mas ele não sabe que o caso pode desencavar segredos que irão repercutir em sua vida pessoal.


Charles Tatum (Kirk Douglas), é um repórter que aceita um emprego num pequeno jornal do Novo México. O trabalho é bastante monótono, até que ele encontra um homem preso numa mina. Ele vislumbra a possibilidade de, ao prolongar a permanência do mineiro dentro dos escombros, a chance de se tornar famoso.


Midge (Kirk Douglas) é um garoto de origem humilde que descobre talento para o boxe. Ele chega a ser campeão mundial, mas o sucesso e o dinheiro fazem com que saia do rumo, afaste-se de seus amigos e perca sua superioridade física e psicológica.


Frankie Madison (Burt Lancaster) volta a Nova York depois de passar 14 anos na prisão. Noll Turner (Kirk Douglas), antigo parceiro de Frankie no comércio ilegal de bebidas, tornou-se um rico empresário, dono de uma bem frequentada casa noturna. Frankie agora espera que o amigo divida a fortuna com ele, mas Noll simplesmente vira as costas para o ex-parceiro de crime. Frankie terá de lutar por aquilo que julga "seus direitos" e ainda contar, mesmo que a contra-gosto, com uma aliança com a sedutora cantora Kay (Lizabeth Scott), ex-namorada de Noll.


Jeff Bailey vive uma vida pacata, trabalhando em um posto de gasolina em uma pequena cidade dos Estados Unidos. Quando um dos capangas de Whit, seu antigo chefe, acha-o, ele voltará a enfrentar seu passado e se ver obrigado a preencher as lacunas que deixou em sua antiga vida. Principalmente com relação a Kathie, mulher de duas caras que a qualquer momento pode traí-lo ou fazê-lo se apaixonar novamente.


Três jovens - Martha, Walter e Sam - estão ligados para sempre graças a um terrível segredo. Décadas depois, Martha e Walter estão casados - ela é uma rica e bem-sucedida industrial; ele é um popular e ambicioso promotor de justiça. Mas quando Sam surge inesperadamente na cidade e em suas vidas, a tensão cresce. Antonia é a problemática garota que se envolve na vida de Sam - e no misterioso relacionamento dele com Martha e Walter.

A Criada

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O Diretor Coreano Park Chan-Wook, que nos brindou com a Trilogia da Vingança, encabeçada por Oldboy,exibiu no último Festival de Cannes uma Obra Sublime e realmente diferente de sua Filmografia pautada por longas que instigam o lado mais Violento e, até mesmo, tendo um toque de terror.
Premiado em Cannes pela “inspiradora direção de arte” de Ryu Seong-hieA Criada foi eleito pelo público da Mostra de São Paulo a melhor ficção internacional exibida este ano. Cheio de estilo e reviravoltas, o longa  tem estreia prevista para dia 12 de janeiro.
Neste longa, o diretor apropria-se do romance literário da britânica Sarah Waters para incutir um conto de erotismo e de técnica luxuriosa.
No centro deste jogo de enganos, traições, ciúmes e artimanhas, digno de qualquer thriller hitchcockiano, The Handmaiden é uma espécie de “Origami”, machucado, recortado, dobrado, aspirando uma forma que não é a sua, mas que no final o resultado é de pura beleza de criação. Uma beleza presente na direção segura e estilística de Park, na sedução captada pelos corpos nus, pelas sugestões sexuais e corporais que as nossas personagens transmitem com toda a satisfação.
O humor pautado e subliminar enche os frames desta narrativa contada em três vozes, duas perspectivas que complementam-se a um só olhar (terceiro ato), por entre reviravoltas e quebra-cabeças emocionais. É certo que podemos acusar de plasticidade Park Chan-Wook frente ao verdadeiro sentido da intriga.
O Elenco é outro destaque de peso, tendo Kim Tae-Ri como a criada que vai trabalhar para a rica Lady Hideko (Kim Min-Hee) com uma missão que ao longo do desenrolar da trama vamos tendo conhecimento. No entanto, nada que o destino guarda pode prever o que ambas irão vivenciar.
Como uma decorada “casa de bonecas”, é com essa conexão com o olhar do espectador que The Handmaiden adquire a sua atmosférica façanha; é negro e colorido quanto basta. Sedutor e traiçoeiro como ninguém, uma clara alusão à perversão e repreensão sexual na cultura japonesa que cria, ou apenas “educa” fetichistas de imaginações infinitas.
Nota do CD:
★★★★★
Sinopse:
Coreia do Sul, anos 1930. Durante a ocupação japonesa, a jovem Sookee (Kim Tae-ri) é contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko (Kim Min-Hee), que leva uma vida isolada ao lado do tio autoritário. Só que Sookee guarda um segredo: ela e um vigarista planejam desposar a herdeira, roubar sua fortuna e trancafiá-la em um sanatório. Tudo corre bem com o plano, até que Sookee aos poucos começa a compreender as motivações de Hideko.
Trailer do Filme:
Ficha Técnica:
Genero: DRAMA, THRILLER
Direção/Roteiro/Prodção: Park Chan-Wook
Elenco: Ha Jung-woo, Kim Min-hee, Kim Tae-Ri, Cho Jin-Woong, Sori Moon
Ano: 2016
País: Coreia do Sul
Duração: 2h 24m