terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Rogue One: Uma História Star Wars – Crítica 2

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As produções de Star Wars sempre geram grande expectativa pela qualidade e enredo, em Rogue One: Uma História Star Wars a história não foi diferente. Desta vez o universo Star Wars se mostra diferente, não contamos com os grandes Jedis e outros personagens conhecidos do público, exceto pelo glorioso Darth Vader e por uma surpresinha no final do filme.
Rogue One segue o mesmo padrão da franquia, variados seres que se relacionam, as ideologias de bem contra mal entre outros aspectos visuais que interligam os filmes.
A história é ambientada um pouco antes dos acontecimentos do episódio 4. A ideia é passar como os planos da Estrela da Morte foram roubados por Rogue One, que é mostrado no detalhe do famoso letreiro no início do filme Uma nova Esperança, até agora nenhum episódio tinha contado a história desses rebeldes.
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Assemelha-se a um filme de guerra, com muitas cenas de ação entre os rebeldes e o Império. Rogue One traz um clima pesado, uma realidade de pessoas “normais” da saga, mesmo que sem aparecer os Jedis e a Força são citados em alguns momentos.
É válido mencionar a qualidade de efeitos visuais, maquiagem e figurino, aproximando a trama da realidade.
A produção também traz momentos importantes onde a ameaça do Império é cada vez maior, perto de lançar sua arma mais poderosa, a grandiosa Estrela da Morte. O roteiro além de mostrar histórias novas traz algumas já conhecidas, esmiuçando em detalhes pequenos. Uma delas se desenvolve dentro da própria Estrela da Morte, onde é possível enxergar uma disputa de poderes dentro do Império. No decorrer da história temos a oportunidade de conhecer personagens como o diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que é mostrado como o antagonista do filme, um homem frio e ardiloso, vemos também mais uma história familiar entre Galen e Jyn Erso (Mads Mikkelsen e Felicity Jones). Conhecemos também personagens que dão um ar cômico ao filme como o  robô K-2SO, um robô imperial reprogramado (como ele mesmo se apresenta),sempre debochado e o representante das crenças religiosas da Força, Chirrut Imwe (Donnie Yen), a trama mostra também o extremista rebelde Saw Gerrera (Forest Whitaker).
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Nessa franquia é possível ver a tendência da LucasFilm em por personagens femininos mostrando força e conduzindo a trama.
Apesar da trilha sonora não ter sido feita por John Williams, o mesmo está criando trilhas para mais dois episódios da franquia, Michael Giacchino desenvolve de forma perfeita a parte responsável por dar aquele clima galáctico especial.
Rogue One: Uma História Star Wars é uma produção impecável que merece ser vista nas férias.

Nota do CD:
★★★★★
Sinopse:
No primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia.
Trailer do Filme:
Ficha Técnica:
Direção: Gareth Edwards
Roteiro: Chris Weitz , Tony Gilroy e Gary Whitta
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Mads Mikkelsen, Forest Whitaker, Donnie Yen e Jiang Wen
Produção: Kathleen Kennedy
Trilha Sonora: Michael Giacchino
Duração: 133 min.

La La Land – Cantando Estações – Crítica 2

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La La Land não é um musical, é uma declaração de amor à boa música.
O que é boa música? Jazz ou axé? Eletrônica ou samba? Blues ou funk? Rock ou sertanejo? Lírica ou popular? A resposta é simples. Não existe melhor música ou melhor estilo de música. Existe o repertório que mais se adequa à pessoa e isso depende de fatores sociais e psicológicos. Eu amo um estilo e odeio outro, já você pode odiar uma música que eu amo e amar outra que detesto. Assim caminha a humanidade. O filme La La Land – Cantando Estações mostra o amor de um homem pela música, ou melhor, pelo jazz. Pra ele, o jazz vibra de forma diferente, está a um patamar acima das outras músicas. Faz vivê-lo melhor. É um amor individual. Ele tá certo. Ou pode estar errado para tantas outras pessoas. Não importa. O que importa é a relação dele com o jazz. E você também pode sentir o mesmo amor por música, por filme, por livro…
lala3Em poucas palavras, eis o roteiro de La La Land: Músico encontra mulher que sonha em ser atriz. Os dois se amam. Os dois querem construir carreiras. Os dois caminham com a arte. É só isso. E o que faz esse filme ser tão bom e ser tão cativante com tão pouco? A direção brilhante de Damien Chazelle. Ele está apenas no seu terceiro filme e é nítido como tem domínio perfeito da situação. Damien é um apaixonado pela música. Em Whiplash – Em Busca da Perfeição – vimos um baterista que fez de tudo para ser o melhor, com um maestro “carrasco”. Tudo no filme beirava a perfeição e tínhamos a presença de J.K. Simmons como nunca vimos. Já em La La Land a coisa é mais agridoce. Doce como uma bela canção e amargo como a vida real pode ser. Aqui, estamos embalados no romance, mas a música continua sendo a estrela principal, tanto que, na primeira cena, já causa alvoroço com o virtuosismo a que somos apresentados. Num engarrafamento, pessoas saem de seus carros e começam a cantar e a dançar. Aquilo cresce. Aquilo contagia. Que plano-sequência foi aquele?  O filme pode se tornar uma grande homenagem aos tempos áureos do cinema musical de Hollywood, mas não se enganem, “La La Land não é um musical”. No musical, a sequência em que pessoas cantam e dançam predomina na história, o que não é o caso de La La Land. Isso poderá desapontar os amantes por musicais e fará a alegria dos detratores desse estilo. Funciona como um “quase musical” ou um filme em que “pessoas dançam e cantam”. Mas esses números são os mais lindos já vistos. Eles nos prendem pela simplicidade da coreografia e pela pouca voz ouvida, mas com muita emoção envolvida e vontade de “quero mais”. É como se em casa começássemos a dançar e a voar num lindo acorde, que nos transporta para um mundo encantado. Isso dá muito certo em La La Land. A gente acredita no que está vendo. Mas a vida real é mais tensa e nada fácil. Por isso, o floreio musical tem a sua dureza de alma, mas que encanta enquanto sonhamos com aquele momento. La La Land é um filme vibrante, feito com amor e para o amor, mesmo não sendo musical. Que venham mais “musicais”, como La La Land.
Os protagonistas Ryan Gosling (Dois Caras Legais) e Emma Stone (Homem Irracional) estão perfeitos no papel. Ela sonhadora, mas com um pezinho no chão (ou no ar), contida e carismática. Ele, determinado. Acredita em um mundo melhor com a boa música, mesmo que precise abdicar de outros amores. É incrível como ele muda o tom de interpretação várias vezes no filme, ora singelo e sereno, ora o oposto, com pitadas de sarcasmo. Ryan Gosling saiu ganhando nessa.
Damien Chazelle, o dono de La La Land, é um jovem diretor que acabou de passar pelos 30 anos, está apenas começando e já tem essa bagagem toda. Parece um diretor “velho de estrada”. Ele sabe o que quer mostrar. Ele inova sem ser chato. Ele encanta sem ser “delicadinho”. Ele agrada público e crítica, com a mesma intensidade, com roteiros simples, mas nada simplórios. Imagina quando tiver com 50, 60, 70 anos… Já que em seus filmes a determinação é personagem constante, acreditemos que Damien seja um dos maiores realizadores que possa ter aparecido na arte do cinema. Que os deuses do cinema nos ouçam!
Nota do CD:
★★★★½
Sinopse:Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz, serve cafés para estrelas de cinema entre audições enquanto Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz, ganha a vida tocando em festas e bares. Quando suas carreiras finalmente começam a ascender, eles precisam tomar decisões que podem ameaçar seu relacionamento.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
Título no Brasil: La La Land – Cantando Estações
Título Original: La La Land
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Comédia / Drama / Musical
País de Origem: EUA
Duração: 128 minutos
Direção: Damien Chazelle
Estreia no Brasil: 19/01/2017
Estúdio/Distribuição: Paris Filmes
Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, J.K. Simmons, Callie Hernandez, Jessica Rothe, Sonoya Mizuno, Rosemarie DeWitt, Finn Wittrock e John Legend.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

SAG Awards 2017 | Confira os indicados

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CINEMA
Melhor elenco
Capitão Fantástico
Fences
Estrelas Além do Tempo
Manchester à Beira Mar
Moonlight
Melhor atriz
Amy Adams (A Chegada)
Emily Blunt (A Garota no Trem)
Natalie Portman (Jackie)
Emma Stone (La La Land: Cantando Estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Melhor ator
Casey Affleck (Manchester à Beira Mar)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Ryan Gosling (La La Land: Cantando Estações)
Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)
Denzel Washington (Fences)
Melhor atriz coadjuvante
Viola Davis (Fences)
Naomie Harris (Moonlight)
Nicole Kidman (Lion)
Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo)
Michelle Williams (Manchester à Beira Mar)
Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali (Moonlight)
Jeff Bridges (A Qualquer Custo)
Hugh Grant (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Lucas Hedges (Manchester à Beira Mar)
Dav Patel (Lion)
TV
Melhor elenco de série dramática
The Crown
Downton Abbey
Game of Thrones
Stranger Things
Westworld
Melhor atriz de série dramática
Millie Bob Brown (Stranger Things)
Claire Foy (The Crown)
Thandie Newton (Westworld)
Winona Ryder (Stranger Things)
Robin Wright (House of Cards)
Melhor ator de série dramática
Sterling K. Brown (This Is Us)
Peter Dinklage (Game of Thrones)
John Lithgow (The Crown)
Rami Malek (Mr. Robot)
Kevin Spacey (House of Cards)
Melhor elenco de série cômica
The Big Bang Theory
Black-ish
Modern Family
Orange Is The New Black
Veep
Melhor atriz de série cômica
Uzo Aduba (Orange Is The New Black)
Jane Fonda (Grace & Frankie)
Ellie Kemper (Unbreakable Kimmy Schmidt)
Julia Louis (Dreyfus / Veep)
Lily Tom – (Grace & Frankie)
Melhor ator de série cômica
Anthony Anderson (Black-ish)
Tituss Burgess (Unbreakable Kimmy Schmidt)
Donald Glover (Atlanta)
William H. Macy (Shameless)
Jeffrey Tambor (Transparent)
Melhor atriz em minissérie ou filme feito para a TV
Bryce Dallas Howard (Black Mirror)
Felicity Huffman (American Crime)
Audra MacDonald (Lady Day at Emerson’s Bar & Grill)
Sarah Paulson (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)
Kerry Washington (Confirmation)
Melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV
Riz Ahmed (The Night Of)
Sterling K. Brown (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)
Bryan Cranston (All The Way)
John Turturro (The Night Of)
Courtney B. Vance (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)

MIS | Destaques da programação

 

Adeus, Debbie Reynolds



Quando Carrie Fisher faleceu, além de toda a carga emocional que seu nome representa em minha cinefilia, pensei em sua mãe, Debbie Reynolds, uma mulher que transmitia fortaleza aos 84 anos, um dos símbolos da era de ouro da indústria, atriz, dançarina, cantora, historiadora do cinema, ganhadora do Prêmio Humanitário Jean Hersholt, uma figura discreta e elegante que encantou o mundo com sua participação no inesquecível "Cantando na Chuva".

Como não se apaixonar por Debbie? A minha contraparte adolescente ficava de queixo caído por ela na cena da imagem abaixo, quando Gene Kelly transforma um galpão em um mundo de sonhos ao som da bela "You Were Meant for Me", mas a personalidade forte de sua personagem Tammy, em “A Flor do Pântano”, uma lolita do interior, era irresistível. Ela se fazia notar naturalmente, parte da realeza genuína que não precisava impor sua presença. Se Carrie era princesa no cinema, Debbie, sem dúvida, foi uma rainha na vida real.

A sua morte, no dia seguinte do falecimento da filha, um baque devastador. Como revelou seu filho, Todd Fisher, suas últimas palavras foram: "Eu vou ficar com Carrie". Um desfecho triste e bonito, já que as duas sempre tiveram um relacionamento complicado. O amor falou mais alto. Que as novas gerações sigam se apaixonando por sua doce presença em seus trabalhos. Que nunca nos esqueçamos...

domingo, 15 de janeiro de 2017

ACOMPANHE TUDO O QUE ACONTECE NA 20ª MOSTRA DE TIRADENTES


Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood

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Uma continuação afetiva que deu certo.
Os Trapalhões fizeram uma infância diferenciada para muita gente. Era uma época em que as pessoas assistiam tv e, no domingo, eles faziam a alegria da família brasileira. Mas não ficaram só no programa de televisão. Investiram no cinema com muito sucesso. Seu primeiro filme é de 1966, com Renato Aragão e Dedé Santana. Em 1973, Mussum começou a participar do grupo e, um ano depois, Zacarias é confirmado como o quarto trapalhão. Fizeram grande sucesso com programa de tv e no cinema, com 21 filmes, sendo que cinco deles estão entre as dez maiores bilheterias do cinema brasileiro. O filme Os Saltimbancos Trapalhões estreou em 1981 nos cinemas e é considerado o melhor filme da trupe. No próximo dia 19 de janeiro, estreia o novo Saltimbancos, que é uma “continuação afetiva”, com algumas mudanças pontuais. Volta-se como começou a história da trupe, com apenas dois trapalhões, Didi e Dedé como os protagonistas do circo, cheio de dívidas, que precisa sair do buraco trazendo novo público que há muito não existe. Com a ajuda de Karina, filha do dono do circo, irão montar um musical com a turma circense, vestida de animais, e precisarão enfrentar o gerente do circo, Assis Satã e sua mulher, a dissimulada Tigrana, que emprestaram o espaço para o prefeito Aurélio Gavião, para realizar leilão de gados.
ossaltE o maior protagonista dOs Trapalhões está de volta, Didi Mocó, de Renato Aragão. A primeira cena com Didi recebendo um prêmio em Hollywood das mãos de Tom Hanks, vivido por Dan Stubach, é das mais hilárias e ainda com ótima narração em tempo real. Didi é o sonhador. Sonha com os bichos lhe dando conselhos. Sonha fazendo sucesso em Hollywood. Relembra do passado e a gente vai junto. Nos antigos filmes, Didi sempre tinha um amor platônico por alguma moça, já neste, o amor é mais fraternal com Karina, vivida por Letícia Colin (Bonitinha, mas Ordinária), tanto que já foi apaixonado pela mãe da garota, personagem de Lucinha Lins, do filme de 1981. Aliás, Letícia Colin tem química perfeita com todos daquela trupe, sendo uma das melhores cantoras do elenco, junto com Emílio Dantas, que já vem de uma carreira musical de teatro. Sem dúvida alguma, o maior destaque do filme fica por conta das partes musicais. Ali, todos cantam de verdade, ouvimos a voz do Didi, de sua filha Lívia e do restante do elenco de apoio. Nessas cenas, ninguém chega cantando do nada, sempre tem um porquê para a música ser inserida naquele contexto. Uma delícia de se ver e de se ouvir. Quem sabe as produções brasileiras não irão apostar um pouco mais na vertente dos musicais no cinema.
A diversão nos Saltimbancos salta aos olhos. É nítido que todos eles se divertiram à beça. Todo o elenco é rico na caricatura, exceto os personagens de Letícia Colin e Emílio Dantas. Parecem sair de um desenho animado, proporcionando um riso natural, nada forçado. Alinne Morais Maria Clara Gueiros são dois casos especiais, elas não ajudam em nada no desenrolar da trama, mas são presenças bem agradáveis em cena, que até esquecemos esse pequeno detalhe. Do elenco antigo, temos Dedé Santana, continua sendo a “escada” para as graças de Didi, isso sempre funcionou muito bem e, o eterno Sargento Pincel, Roberto Guilherme, fazendo o dono do circo, ajudando na nostalgia vivenciada.
Muitos falam que o humor dOs Trapalhões era datada e não funcionaria nos tempos de hoje, em parte sim, pois eles muitas vezes usavam do humor preconceituoso que hoje não encontra mais espaço, mas sempre aproveitavam  da inocência (ou esperteza) de seus personagens e que hoje, ainda, funciona perfeitamente para todo público, fazendo a alegria da garotada e, principalmente, dos marmanjões que tanto rolaram de rir nas décadas de 70 a 90.
Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood – mesmo com pouca história pra contar e situações com poucas resoluções, deu muito certo no que ele se propõe a fazer, homenagear o grupo de comédia mais longevo do Brasil, que serviu de inspiração para tantos outros, resgatando um humor pueril, caricato e inocente que tanto fez bem para a família brasileira. No final, rolou aquela lágrima. Duvido que você não saia do cinema cantarolando “nós gatos já nascemos pobres…”.
Nota do CD:
★★★☆☆
Sinopse:Didi Mocó (Renato Aragão) e Karina (Letícia Colin) têm a difícil missão de ajudar o Grande Circo Sumatra a sair de uma grave crise financeira. Quando Barão (Roberto Guilherme), dono do circo, aceita propostas de mau gosto do corrupto prefeito da cidade (Nelson Freitas), eles decidem se reunir para montar um novo número e voltar a atrair o público. O roteiro surge a partir dos sonhos malucos de Didi, em que ele conversa com animais falantes, e logo começam os ensaios. Mas além do prefeito, eles ainda terão que enfrentar a arrogância do gerente do circo, Assis Satã (Marcos Frota), e sua cúmplice, Tigrana (Alinne Moraes), para tentar salvar o circo e levar adiante a ideia de um novo e sensacional espetáculo.
Trailer do Filme:
Ficha Técnica:
Direção: João Daniel Tikhomiroff
Roteiro: Mauro Lima
Produção executiva: Romulo Marinho Jr.
Produtor Associado: Carlos Diegues
Elenco: Renato Aragão, Dedé Santana, Letícia Colin, Emílio Dantas, Alinne Moraes, Marcos Frota, Roberto Guilherme, Livian Aragão, Rafael Vitti, Maria Clara Gueiros, Nelson Freitas, Marcos Veras.
Produtores: Eliane Ferreira, Hugo Janeba, Michel Tikhomiroff e João Daniel Tikhomiroff
Produção: Mixer
Argumento: Claudio Botelho, Charles Möeller e Renato Aragão
Montagem: Leticia Giffoni
Direção de Fotografia: Helcio “Alemão” Nagamine, ABC
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Direção Musical: Claudio Botelho e Charles Möeller
Trilha Sonora: Marcelo Castro
Edição e Mixagem de Som: Alessandro Laroca, Armando Torres Jr., ABC e Eduardo Virmond Lima