terça-feira, 25 de setembro de 2018

JEAN ROLLIN - 10 FILMES ESSENCIAIS



Jean Michel Rollin Le Gentil foi um diretor de cinema e roteirista francês. Por muitos anos, foi obrigado a fazer fitas pornôs, sob variados pseudônimos (Michel Gentil, Robert Xavier, J. A. Lazer, entre outros), para financiar projetos mais pessoais e, em última instância, sobreviver no mundo nada respeitável ou artístico do cinema. Rollin sempre teve que lidar com os limites impostos pelas condições precárias de produção e preconceitos inerentes ao dito cinema de gênero.

Ainda que seus filmes ofereçam grandes doses de violência gráfica, mulheres nuas e cenas de sexo, Rollin nunca caiu na graça definitiva dos apreciadores dos filmes de gênero, sobretudo, porque tais “medidas comerciais” nada têm a ver com concessão de sua parte. Ao contrário, quando filma a violência gráfica, não se esquiva de ressaltar todo o artificialismo da encenação. E, nas cenas de sexo ou de nudez, remove todo erotismo. O procedimento é quase científico: quando o sexo é consentido, é puramente descritivo, como numa cartilha de educação sexual, com planos gerais em cenas ao ar livre e grandes closes em ambientes fechados. Se imposto, o sexo é repugnante: as várias cenas de estupro presentes nos filmes de Rollin estão entre as mais cruéis e terríveis do cinema.


Também não há qualquer traço de psicologia em seus personagens. Ao contrário, eles parecem surpreendidos a todo instante por eventos sobre os quais não tem o menor controle. 

Jean Rollin não se preocupava em fazer filmes com ritmos acelerados ou truques narrativos para envolver mais enfaticamente o espectador e aumentar seu público. Ele não queria conquistar, com subterfúgios estéticos e clichês, espectadores acostumados com a velocidade e os lugares comuns dos filmes de horror e fantasia feitos para o público médio desse tipo de gênero. Rollin fez seu cinema em cima de suas crenças e de suas concepções estéticas com profundo respeito pelo peso do tempo em cada um de seus longas.  Jean deixou seu legado em  15 de dezembro de 2010. 

Confiram seus 10 filmes essenciais:


Bela jovem vaga por uma estrada deserta, numa madrugada fria. É acolhida por um homem e se revela confusa, com estranhos lapsos de memória. Levada para uma clínica, ela descobre que outras pessoas estão sofrendo de amnésia e sendo submetidas a experiências que apagam o passado de suas mentes.


Ladrão foge de seus inimigos e se abriga num castelo onde habitam duas belas moças, sob a desculpa de que é para se tratar de uma doença. As moças se divertem tanto com a sua presença, que o chamam para uma festa que acontecerá à noite, no qual ele seria o prato principal, ele acha tudo muito divertido e prefere ficar para ver no que vai dar.


Uma jovem, viajando pelo interior da França para encontrar o namorado que trabalha numa vinícola, descobre que algum estranho tipo de epidemia está transformando os camponeses da região em loucos homicidas, vagando como mortos-vivos pelas ruínas das aldeias.

O filme foi originalmente concebido como um filme catástrofe, mas durante a produção, o diretor Jean Rollin reconheceu potencial para um filme de terror.
As temperaturas dos sets eram extremamente frias, com a maquiagem literalmente congelando nos rostos dos atores.
Segundo o diretor Jean Rollin, durante as filmagens da cena de nudez de Brigitte Lahaie a temperatura externa era tão fria que Lahaie se viu incapaz de pronunciar suas falas.
O próprio diretor, Jean Rollin, atua como um dos camponeses zumbis.


Um mistério de infância, talvez um sonho, as ruínas, a ponte levadiça, o castelo, a bela moça de cabelos curtos. A visão de uma fotografia numa festa leva um homem a percorrer um estranho e irreal labirinto de visões e delírios. Onde estará a moça de cabelos curtos, com gotas de sangue nos lábios? 

Considerado um dos favoritos pessoais do diretor Jean Rollin, que baseou o protagonista em si mesmo.
A praia rochosa com as estacas adentrando o mar, aparece em praticamente todos os filmes que Rollin filmou no decorrer dos anos 70.
Rollin faz uma ponta como coveiro atacado pelas vampiras no cemitério. Aliás, todas as cenas do cemitério foram filmadas sem permissão, às escondidas.


Um grupo de perversos piratas, ao saquear um navio naufragado, descobre duas jovem moças sobreviventes no local. Como são os vilões da história, os piratas não vão levá-las a um hospital ou algo parecido. A única coisa que lhes vem à mente é estuprá-las e abandoná-las à beira da morte. De volta ao vilarejo onde vivem, na comemoração regada à bebedeiras pelos saques noturnos, o líder da gangue começa a ter alucinações com as duas jovens.


Um jovem casal sai para passear em um domingo, andar de bicicleta e fazer um piquenique em um lugar exótico, no cemitério. La ficam por muito tempo que não vêem a hora passar, quando se dão conta já está de noite, eles percebem que não sabem como sair dali e o medo e os devaneios sobre as relações entre vida, morte e o amor passam a se abater sobre eles...


Duas garotas, vestidas de palhaço, dentro de um carro em alta velocidade são perseguidas por um misterioso carro até um tiroteio se iniciar, tendo um dos seus cúmplices do misterioso carro ferido, elas conseguem escapar em uma estrada de terra e seguem até um cemitério, descobrindo então um desolado castelo medieval. As duas sem opção vão investigá-lo, mas o local esconde uma terrível maldição, logo, as garotas percebem que suas vidas e suas almas serão ameaçadas.


Um casal , em viagem de lua de mel, decide fazer uma visita aos primos da noiva , numa aldeia perdida no interior da França. Chegando ao local descobrem que os dois primos haviam morrido na véspera de forma misteriosa. Intrigada e curiosa com a inesperada noticia , a noiva convence o rapaz a ir até o castelo em busca de maiores informações.


Pierre Radamante, filho de um bem sucedido empresário, decide fazer uma visita surpresa a uma propriedade de seu pai. Chegando lá encontra uma jovem estranhamente vestida que parece estar fugindo. Logo em seguida aparecem homens armados com bizarras máscaras de animais na cabeça. Pierre ajuda a moça na fuga mas um dos "homens bicho" atira contra ela, ferindo-a mortalmente. Pierre volta para casa relatando o fato ao pai mas não obtendo respostas decide investigar sozinho. 


Dois homens e uma mulher chegam a um povoado, no interior da França, com o objetivo de estudar e tratar quatro irmãs que viviam reclusas por conta de uma suposta maldição vampírica. As jovens, belas e sedutoras, ouvem uma enigmática voz que as convence a matar o psicanalista e seus amigos. Enquanto isso um grupo de camponeses se unem para caçar e matar as irmãs diabólicas.

Este foi o primeiro longa de terror dirigido por Jean Rollin (1938-2011) . Na verdade o projeto original previa a realização de um curta-metragem sobre a história de quatro irmãs acusadas de vampirismo. Empolgado com o resultado , Rollin decidiu filmar uma sequência que foi anexada ao curta original 



Cine Matilha - Programação 22 de Setembro a 13 de Outubro



Programação Cine Matilha 26 de Setembro a 13 de Outubro



26/09 4ª feira
19h30 Unicórnio

27/09 5ª feira
18h Como fotografei os Yanomami
19h30 Unicórnio

28/09 6ª feira
18h30 Como fotografei os Yanomami
20h Lámen Shop

29/09 Sábado
17h Salada de Cinema – Guarnieri
19h Tudo é irrelevante, Hélio Jaguaribe
20h30 Como fotografei os Yanomami

03/10 4ª feira
Sessão + Debate
19h Vai cair mais terra

04/10 5ª feira
18h30 Como fotografei os Yanomami
20h Benzinho

05/10 6ª feira
18h Lámen Shop
20h Camocim

06/10 Sábado
16h Lámen Shop
17h30 Unicórnio
20h Benzinho

10/10 4ª feira
20h Benzinho

11/10 5ª feira
18h Lámen Shop
20h Camocim

12/10 6ª feira
17h Dudu e o Lápis Cor da Pele (INFANTIL)
19h Benzinho

13/10 Sábado
16h30 Camocim
18h Benzinho
20h Lámen Shop



Sinopse e Ficha Técnica dos Filmes.



TUDO É IRRELEVANTE, HÉLIO JAGUARIBE
Data de lançamento em breve (1h 23min)
Direção: Izabel Jaguaribe, Ernesto Baldan?
Elenco: Hélio Jaguaribe, Fernanda Montenegro, Fernando Henrique Cardoso?
Gênero Documentário
Nacionalidade Brasil?
Sinopse
Não recomendado para menores de 10 anos?
A trajetória de vida de Hélio Jaguaribe, um dos maiores cientistas políticos no Brasil, responsável por formular as teorias de um capitalismo autônomo para o país, o nacional-desenvolvimentismo. Um dos nomes que propôs uma integração da América Latina, ele faz parte do grupo que passou a repensar o Brasil desde a década de 1950.?

LÁMEN SHOP
Título original Ramen Teh
Data de lançamento 26 de julho de 2018 (1h 30min)
Direção: Eric Khoo
Elenco: Takumi Saitoh, Seiko Matsuda, Tsuyoshi Ihara
Gênero Drama
Nacionalidades Japão, Singapura, França
Sinopse
Não recomendado para menores de 12 anos
Masato (Takumi Saitoh) trabalha no restaurante da família, um dos estabelecimentos de lámen mais reputados em todo o Japão. Quando ele perde o pai, o jovem chef decide buscar as raízes culinárias e históricas do pai e da mãe, também falecida. Através de um diário e de cartas, Masato faz um caminho através de China, Japão e Singapura, confrontando-se ao trauma da batalha de Singapura, que mudou para sempre os rumos de seus pais. Ele decide então acertar as contas com o passado.

UNICÓRNIO
Lançamento 16 de agosto de 2018 (2h 02min)
Direção: Eduardo Nunes
Elenco: Bárbara Luz, Patrícia Pillar, Zé Carlos Machado
Gênero Drama Nacionalidade Brasil
Distribuição: Vitrine Filmes
Sinopse
Quando o pai de Maria (Bárbara Luz) deixa sua casa, a menina e a mãe (Patrícia Pillar) voltam ao cotidiano de cuidar da casa e da plantação enquanto esperam que ele regresse. Porém, quando o destino das duas se cruza com um criador de cabras (Lee Taylor) que vive na região, elas se entregam a seus desejos e o futuro da família pode se tornar trágico.  


COMO FOTOGRAFEI OS YANOMAMI
Data de lançamento 9 de agosto de 2018 (1h 12min)
Direção: Otavio Cury
Elenco: atores desconhecidos
Gênero Documentário
Nacionalidade Brasil
Distribuição: Descoloniza Filmes
Livre
Sinopse
Este é um retrato aprofundado dos profissionais de saúde que trabalham na região indígena Yanomami. São enfermeiros e técnicos em saúde que dedicam suas vidas a tratar os habitantes dos pequenos abrigos isolados nos confins da floresta, onde esses profissionais de saúde formaram seus polos de atuação. Distribuidor Descoloniza Filmes

BENZINHO
Data de lançamento 23 de agosto de 2018 (1h 35min)
Direção: Gustavo Pizzi
Elenco: Karine Teles, Otávio Müller, Adriana Esteves
Gênero Drama Nacionalidade Brasil
Sinopse
Não recomendado para menores de 12 anos
O primogênito de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe (Karine Teles) em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã (Adriana Esteves), lidar com as instabilidades do marido (Otávio Müller) e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada para tal.
Distribuidor VITRINE FILMES 

CAMOCIM
Data de lançamento 13 de setembro de 2018 (1h 16min)
Direção: Quentin Delaroche
Elenco: Mayara Gomes, César Luceno
Gênero Documentário
Nacionalidade Brasil
Sinopse
Livre
A jovem Mayara, 23 anos, organiza uma campanha honesta durante as eleições municipais de Camocim de São Felix para eleger o candidato e colega César. A cada quatro anos, a cidade no interior de Pernambuco tem sua tranquilidade interrompida pela euforia política do evento. Durante o processo, Mayara toma consciência da dificuldade em participar de uma disputa marcada por hierarquias, compras de votos e clientelismo.
Distribuidor VITRINE FILMES

Cineclube Salada de Cinema
Guarnieri
Descrição:Gianfrancesco Guarnieri foi ator de grande sucesso na televisão, autor fundamental na história do teatro brasileiro e imagem-síntese do artista engajado. Seus filhos Flávio e Paulo, também atores, assumiram um total distanciamento entre arte, trabalho e política. A partir desses dois retratos geracionais, o neto e diretor Francisco procura refletir sobre o papel do indivíduo na sociedade, na arte e na família.

VAI CAIR MAIS TERRA
Sinospe:
História universal do amor entre uma família e sua luta por uma vida melhor. O filme faz um retrato íntimo e comovente de uma família lutando para levar uma "vida normal", vivendo na encosta de uma “área de risco" no topo da maior e mais notória favela do Rio. Em grande parte esquecida pelo estado, sua comunidade é severamente subdesenvolvida, sem regulamentação de construção ou acesso a saneamento. Ao redor deles, as gangues de drogas, que controlam a favela, lutam com a polícia. O sonho da família é ter “uma casa com banheiro e cozinha” e estar livre da constante violência entre a polícia e os traficantes de drogas residentes.
Os diretores Sam Liebmann e Lee McKarkiel virão ao Brasil. Sessão seguida de debate com os diretores e convidados especiais.

PROGRAMAÇÃO DIA DAS CRIANÇAS
DÚDÚ E O LÁPIS COR DA PELE 

SINOPSE:
Dudu é um garoto negro, inteligente e imaginativo, estudante de um colégio particular da classe média de São Paulo. Durante uma aula de educação artística, sua professora, Sônia, diz a ele que utilize o que ela chama de "lápis cor da pele" para pintar um desenho. A frase desperta em Dudu uma crise de identidade. Com toda a inocência de uma criança da sua idade, Dudu passa a carregar o lápis em questão consigo para encontrar alguém que possa sanar seus questionamentos. Sua mãe, Marta, logo percebe e resolve ir até a escola da criança tomar satisfações sobre o ocorrido. A professora justifica-se dizendo que falou de forma automática, sem pensar. No meio da discussão, Dudu foge, levando consigo seu "lápis cor da pele". Sua mãe e sua professora passam a procurá-lo desesperadamente. Passa por diversos lugares da cidade até encontrar Madalena, uma antropóloga e curadora de arte. Madalena e Dudu criam uma empatia imediata e mútua e ela, através do seu conhecimento, mostra ao garoto o quanto a raça e a cultura negra são importantes. Madalena conta a Dudu que seu nome (Dúdú) em lorubá significa negro. Dudu identifica-se com as coisas que Madalena diz a ele e desenvolve um sentimento de orgulho por sua raça. Ele resolve que a partir daquele dia não quer que o chamem por seu nome - Eduardo e sim por Dúdú.
FICHA TÉCNICA:
Produção: Cinema na Veia Produções ETake a Take Films
Diretor: Miguel Rodrigues
Roteirista: Cleber Marques
Produtor Executivo: Leandra Aiedo da Silva
ATORES CLAUDIANE CARVALHO: Sônia
NELLY TRINDADE: Madalena
LUCIO CORREIA: Dúdú
NARUNA COSTA: Marta



Sobre o Cine Matilha:
O Cine Matilha é um ambiente "pet-friendly" e recebe  constantemente o público com seus pets . O espaço possui 68 lugares, além de 2 lugares para cadeirantes. 
Programação gratuita mediante a doação de 1 kilo de alimento não perecível, roupas, brinquedos, livros e produtos para higiene pessoal para crianças e adultos.

Sobre a Matilha Cultural:
Com nove anos completados em maio de 2017, a Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas socioambientais do Brasil e do mundo.

MATILHA CULTURAL - www.matilhacultural.com
Rua Rego Freitas, 542 - São Paulo - Tel.: (11) 3256-2636
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h
Wi-fi grátis. Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães



Informações para a Imprensa
Patrícia Rabello e Andréa Antonacci
Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

sábado, 22 de setembro de 2018

Matilha Cultural realiza exposição com obras elaboradas em aldeia no Alto Xingu





Matilha Cultural realiza exposição com obras elaboradas em aldeia no Alto Xingu


Programação inclui ações do evento Setembro Verde, que também contará com atividades de pintura corporal e pajelança


São Paulo, setembro de 2018 – A programação do Setembro Verde da Matilha Cultural recebe este ano a Exposição Imersão, do artista afro-indígena Lumumba. A exposição tem início no dia 22 de setembro e fica na Matilha Cultural até 27 de outubro. Lumumba é mineiro, descendente de congoleses, guaranis e morador do centro de São Paulo. Após uma longa pesquisa, na qual inclui duas viagens ao Parque Indígena do Xingu, o artista realiza em Imersão um trabalho utilizando apenas pigmentos naturais. A curadoria da exposição é de João Carlos Villela. As obras foram realizadas na aldeia Kamaiurá “Ipavu”, no alto Xingu, durante a semana do Kuarup. Juntamente com a exposição Imersão, a Matilha Cultural também recebe a visita de uma família Kamaiurá. São vários encontros, com atividades diversas, incluindo workshop de pintura corporal e pajelança. 

Lumumba é bisneto de indígena da etnia Puri-Guarani, da serra do Caparaó. Em setembro de 2017 participou do I Encontro de Pajés do Xingu, no Parque Indígena do Xingu, junto aos kalapalos. Lá, em completa imersão, foi submetido ao ritual do guerreiro Kalapalo “Arranhadeira”. Autodidata, Lumumba iniciou sua trajetória em 2001 pintando orixás em juta, traduzindo os mitos yorubás, influenciado por Michelangelo e Boris Vallejo. Em 2009, começa a dedicar-se a trabalhos cenográficos: Parada Momentos Mágicos Disney World, Óperas Infantis para o Teatro Municipal de São Paulo, Beto Carrero World, Dreamworks, Oktoberfest, Caso do Porco Bar e o último, Boteco da Diversidade – Edição maio/18.

Recém-iniciado na linguagem da arte urbana (grafite), após o contato com a obra de Jean-Michel Basquiat, sentiu necessidade de “ir pra rua”, entender seu código singular, falar com as pessoas, conhecer outros artistas e trocar experiências que somente o espaço urbano proporciona.  “Demorei um tempo pra perceber que, quanto mais me aprofundava nessa busca por minha ancestralidade, inevitavelmente, me aprofundava em mim mesmo”, reflete. Lumumba afirma que 30% do valor arrecadado com a venda das suas obras será doado à aldeia Ipavu-Kamaiurá.

Exposição Imersão terá ainda apresentação de música e dança com o projeto Amazonizando Sampa O projeto nasceu com a intenção de aproximar a Amazônia brasileira a cidade de São Paulo, realizando vivências e oficinas em torno da tradição do Marabaixo, cultural popular do povo Quilombola do Amapá, dando visibilidade a diversidade cultural e as tradições amazônicas.

Setembro Verde é um projeto anual da Matilha Cultural sobre questões socioambientais. Já tratou de temas como energia, questão indígenas, florestas e mares, processos de produção, aquecimento global, tecnologias sustentáveis, através de fotos, telas, filmes, infográficos, debates e palestras.

Programação:
25/09 19:30h
Roda de conversa com indígenas Kamayurás e o Artista Lumumba
29/09 10h às 20h
Pintura Corporal - Grafias indígenas com jenipapo.
Pajelança -Tratamento Indígena 

Ficha Técnica:
EXPOSIÇÃO IMERSÃO
Artista: Lumumba
Curadoria: João Carlos Vilella e Matilha Cultural 
Identidade visual: Marcel Farias 
Produção: Núcleo Coletivo das Artes Produções - Rita Teles
Apoio: 
Bar da Dona Onça 
Projeto Amazonizando Sampa

Sobre a Matilha Cultural:
Com novee anos completados em maio de 2018, a Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas socioambientais do Brasil e do mundo.

Serviço
Exposição IMERSÃO
De 22 de Setembro a 27 de Outubro
MATILHA CULTURAL - www.matilhacultural.com
Rua Rego Freitas, 542 - São Paulo - Tel.: (11) 3256-2636
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h
Wi-fi grátis. Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães

Informações para a Imprensa
Patrícia Rabello e Andréa Antonacci
Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Já pensou ir ao cinema de um jeitinho totalmente diferente?



Já pensou ir ao cinema de um jeitinho totalmente diferente? Com uma tela de cinema cercada de árvores, cachoeiras e muitos passarinhos? Pela primeira vez fora de casa, o Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo - Cine.Ema, realizado há quatro edições em Burarama, apresenta o melhor de suas obras audiovisuais em uma experiência inédita e incrível dentro da mata, na Reserva Ambiental Águia Branca nas montanhas de Vargem Alta (ES). Com programação selecionada, as mostras do festival de cinema ambiental e sustentável do Espírito Santo trazem filmes de ficção, animação e documentário que refletem sobre as questões ambientais do nosso tempo além de música, oficinas e outras atividades para adultos e crianças. As ações educativas do evento começam no dia 17 de setembro com oficinas de cinema ambiental e observação de aves dentro e fora da reserva, no distrito de Castelinho. No dia 21 e 22 de setembro, sexta e sábado respectivamente. acontecem as mostras de cinema, com uma mostra exclusiva infantil além de shows musicais e feirinha com empreendedores locais. O evento acontece na Reserva Ambiental Águia Branca que fica no Km 303, Rodovia ES-164 em Vargem Alta (ES).

O Cine.Ema Itinerante acontece gratuitamente entre 17 e 22 de setembro em Vargem Alta, na Reserva Ambiental Águia Branca (entrada pelo Hotel Monte Verde). O projeto tem o patrocínio do Grupo Águia Branca e é uma realização da Caju Produções, Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura.

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